Para descontrair, rir e matar saudade:
14.9.06
Medo: defesa ou fraqueza?

O medo é um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer algo, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Na biologia diz-se que ele é necessário, pois sem ele o ser humano faria bobagens cruciais, que lhe custariam até mesmo à vida.
No dia-a-dia temos medos variados. Medo de animais, de altura, de água, de injeção, de não correspondermos às expectativas dos outros, de errarmos, de magoarmos pessoas de quem gostamos....
Enfim medos não nos faltam.
O que nos falta é coragem!
Coragem às vezes de viver, às vezes de reconhecer erros, às vezes de lutar pelo que queremos. Por vezes coragem de enfrentar nossos medos.
Quem já leu Duna, de Frank Herbert, deve conhecer a Litania contra o medo da Corporação Bene Gesserit, que diz mais ou menos o seguinte:
"Eu não temerei o medo.
O medo é o assassino da mente.
Medo é a morte pequena que traz a obliteração.
Enfrentarei meu medo.
Não permitirei que ele passe sobre mim ou através de mim.
E, quando ele se for, voltarei minha visão interna para olhar sua trilha.
Por onde o medo passou nada restou.
Apenas eu permaneço."
Na saga o medo é tratado como algo extremamente ruim, uma fraqueza a ser vencida. Mas será que é mesmo? E até que ponto o medo é um mecanismo de defesa?
Não sei se faz sentido, mas o que mais temo é o meu próprio medo.
Talvez por isso seja tachada de irresponsável...
No dia-a-dia temos medos variados. Medo de animais, de altura, de água, de injeção, de não correspondermos às expectativas dos outros, de errarmos, de magoarmos pessoas de quem gostamos....
Enfim medos não nos faltam.
O que nos falta é coragem!
Coragem às vezes de viver, às vezes de reconhecer erros, às vezes de lutar pelo que queremos. Por vezes coragem de enfrentar nossos medos.
Quem já leu Duna, de Frank Herbert, deve conhecer a Litania contra o medo da Corporação Bene Gesserit, que diz mais ou menos o seguinte:
"Eu não temerei o medo.
O medo é o assassino da mente.
Medo é a morte pequena que traz a obliteração.
Enfrentarei meu medo.
Não permitirei que ele passe sobre mim ou através de mim.
E, quando ele se for, voltarei minha visão interna para olhar sua trilha.
Por onde o medo passou nada restou.
Apenas eu permaneço."
Na saga o medo é tratado como algo extremamente ruim, uma fraqueza a ser vencida. Mas será que é mesmo? E até que ponto o medo é um mecanismo de defesa?
Não sei se faz sentido, mas o que mais temo é o meu próprio medo.
Talvez por isso seja tachada de irresponsável...
Ouvindo Evanescence -Whisper (ao vivo)
11.9.06
Sonoridade

Sempre tive certa dificuldade de lidar com o silêncio. Talvez por isso goste tanto de música. Até mesmo para estudar tenho uma facilidade maior em absorver o conteúdo relacionando-o a um som. Dizem que devo ter algum tipo de memória auditiva...
No trabalho a minha melhor maneira de render é colocar um fone de ouvido, boa música no player e vamos que vamos...
Mas ultimamente tenho descoberto que os sons da natureza são tão encantadores, ou até mais que uma simples música.
Por três vezes tive a oportunidade de ouvir pássaros esse fim de semana.
A primeira vez foi um bem-te-vi na janela do meu banheiro.
A segunda foram pardais no casamento de um amigo, no meio da Igreja.
A terceira, e mais marcante, foi numa tarde de domingo, debaixo de uma árvore, a beira do lago, ao lado de uma pessoa que a cada dia me prova que as melhores coisas da vida são as mais simples. Uma pessoa que tem me mostrado o quanto é bom estar com alguém. Alguém que levou o silêncio embora e tem me feito ouvir a vida de uma forma toda especial.
No trabalho a minha melhor maneira de render é colocar um fone de ouvido, boa música no player e vamos que vamos...
Mas ultimamente tenho descoberto que os sons da natureza são tão encantadores, ou até mais que uma simples música.
Por três vezes tive a oportunidade de ouvir pássaros esse fim de semana.
A primeira vez foi um bem-te-vi na janela do meu banheiro.
A segunda foram pardais no casamento de um amigo, no meio da Igreja.
A terceira, e mais marcante, foi numa tarde de domingo, debaixo de uma árvore, a beira do lago, ao lado de uma pessoa que a cada dia me prova que as melhores coisas da vida são as mais simples. Uma pessoa que tem me mostrado o quanto é bom estar com alguém. Alguém que levou o silêncio embora e tem me feito ouvir a vida de uma forma toda especial.
Ao som de Creed - My Sacrifice
3.9.06
Aceite-se!
Semana passada aconteceu na cidade o Capital Fashion Week. Não compareci ao evento. Tinha coisa mais interessante para fazer!
Vi Brasília repleta de referências à moda, a corpos esguios e magros.
Na verdade, acho que magro é eufemismo.
E por que magro? Por que alguém em algum momento disse que o magro era padrão. E se fosse o contrário? Bom, eu não sei, mas uma coisa eu digo: provavelmente eu estaria no circuito internacional da moda rsrs
A mídia (tá eu admito, não gosto dela) propõe um culto ao corpo que cada vez mais meninas se enveredam pelo caminho da bulimia e/ou anorexia. Casos a serem relatados não faltam, entre famosas e anônimas.
Mas esse culto desenfreado causa outro tipo de desequilíbrio: a não aceitação de si mesmo. Você chegar ao cúmulo de não gostar de olhar num espelho por causa daquele pneuzinho ou daquela estria nova.
Essa situação é mais grave, a meu ver, entre as mulheres. É a idolatria da bunda no país do carnaval.
Você é cobrada diariamente para modelar seu corpo de acordo com o padrão que disseram que certo. Por quê??
Por que não posso ter mais de 90cm de quadril? Ou menos de 1,70m? Ou pesar mais que 55kg?
Pergunto às escravas da ditadura da moda: Vale a pena?
Tenha mais que 90 cm de quadril, menos que 1,70 de altura, pese mais que 55kg se assim desejar e seja feliz!!!
Pergunto às escravas da ditadura da moda: Vale a pena?
Tenha mais que 90 cm de quadril, menos que 1,70 de altura, pese mais que 55kg se assim desejar e seja feliz!!!
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