15.4.07

Cuide de seu jardim!




Li uma vez uma parábola, talvez já velha conhecida de vocês, que dizia que você não deve sair a procura de borboletas para povoar seu jardim. Se você cuidar bem dele, ele ficará belo e florido e as borboletas virão por sua própria vontade.

As vezes temos gratas surpresas onde menos esperamos. Esse FDS tive uma dessas que me deixou muito feliz. Vivi um momento que me fez recarregar as energias e ter um pouco mais de fé na vida, nas pessoas. E tenho a mais absoluta certeza que isos foi provovado ao surgimento de um botãozinho que, com fé, se tornará uma linda flor.



Ao som de Your Love is King - Sade
"Your love is king, never need to part
Your kisses ring, round and round and round my head"

13.4.07

Momento de revolta




Algumas pessoas podem questionar meu gosto musical, que apesar de restritivo é bem eclético. Paradoxal não? Curto heavy metal, alopro com boa música eletrônica e adoro jazz. Vai entender...

Não sei se por causa da idade / maturidade (será??) mas minha tolerância a funks, pagodes, axés e variações tão "emburrecentes" quanto cresceu em escala geométrica nos últimos tempos. E assim o meu maior interesse por genêros como jazz, folk, new age, indie rock era quase inevitável.
E dessa forma conheci coisas que nunca imaginei ouvir na vida. Elvin Jones, Duke Ellington, Charles Mingus, Thelonius Monk, Miles Davis, Jane Monheit, só pra citar alguns.

Mas o assunto é a minha revolta!

Como o meu gosto musical define o meu carater ou o meu intelecto?
Tive o desprazer de ouvir que quem ouve jazz é pseudo-intelectual!!
É apenas gosto! Logo jazz que vem dos guetos do Mississipi de uma forma totalmente popular e democrática ser chamado de pseudo-intelectual???
Uma coisa é ser (pseudo) intelectual, outra é ter um gosto musical apurado.
Que tipo de intelectual sou eu, se boa parte do que estudei ficou lá trás?

Podem me chamar do que for, mas meu ouvido não é penico!!!

Come Here

Sempre adorei o filme "Antes do Pôr do Sol" (Before Sunset) por acha-lo um filme romântico mas sem aquele "mela-mela" enfadonho e sem graça que permeia o genêro.
Não sei porque tem-se a mania de achar que quem gosta de romance passou por um processo triplo de lobotomia.
A forma de como a estória é contada é admirável. O casal não morre de amores um pelo outro, não há juras eternas e o processo de sedução é envolto por um ar de requinte intelectual e um duelo emocional.
Ela, uma francesa "nerd alternativa"; ele, um americano que "tenta fazer diferente". O que poderia sair daí? Assista ao filme e me diga o que achou.
Uma das cenas que eu mais gosto de ver e rever e rever de novo é a da loja de discos. Através daí conheci Kath Bloom, uma cantora america que tem um estilo bem inusitado, algo parecido com o folk. Vale a pena ouvir.
Abaixo você tem a tal cena pra sentir o gostinho:



Aproveito para colocar também a letra da música da Kath:

Come Here - Kath Bloom

There's wind that blows in from the north.
And it says that loving takes this course.
Come here. Come here.
No I'm not impossible to touch I have never wanted you so much.
Come here. Come here.
Have I never laid down by your side.
Baby, let's forget about this pride.
Come here. Come here.
Well I'm in no hurry. Don't have to run away this time.
I know you're timid.
But it's gonna be all right this time.